...e assim caminha a humanidade...

"Não tenha medo da perfeição. Você nunca vai atingí-la." (Salvador Dali)
"Et quacumque viam dederit fortuna sequamur." (Virgílio)
"Always think about a coloured tequila sunrise life." (Felipe Edlinger)
"Foda-se a balada, o que importa é a companhia." (Felipe Edlinger)
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

[MovRev] Hitman - Agente 47

(Hitman)

Directed by Xavier Gens

Hitman - Agente 47 é um filme baseado em um jogo de videogames. Convenhamos que, normalmente, filmes criados a partir de jogos não têm um resultado muito bom, vide os dois Tomb Raiders, House of the Dead e Resident Evil. Porém para quem jogou ou não o jogaço Hitman, o filme é, sim senhores, um bom programa, mesmo para os que nem são fãs.

O filme trás a tipica trama de armação para cima de um agente secreto, como já vistas na série Missão Impossível e filmes derivados, mas que consegue prender a atenção e entusiasmar. Um assassino, que responde apenas por "47" (Timothy Oliphant), é contratado para eliminar o presidente russo; porém, quando está pronto para executar a missão, se encontra no meio de uma emboscada e de uma conspiração contra ele. Começa, então, uma luta pela sobrevivência, parecida com muitos outros filmes, como o recente Atirador, com Mark Wahlberg.

Timothy Oliphant, bad boy de carteirinha, desta vez interpreta o bom moço, matador de aluguel, que se encontra vítima da tal conspiração. Entre seus filmes estão os vilões bacanas de Show de Vizinha e Duro de Matar 4.0.
O visual puro e estéril do protagonista contraria sua natureza certeira e metódica, porém, se mantém fiel ao jogo. O estilo do matador, as roupas, ternos, gravatas vermelhas e camisas brancas fazem o personagem ser cool, mesmo sem ser o objetivo principal da produção, provando que os anti-heróis também podem render bons apelos junto aos fãs.

O diretor Xavier Gens não tem tanta experiência na direção, com apenas alguns curtas e dois longas na bagagem. Por outro lado, tem razoável história como diretor assistente de produções menores, incluindo alguns filmes de Jean Claude Van Damme, como A Colônia e Risco Máximo.

Como em qualquer jogo, a trilha sonora é uma atração a parte. Começa arregaçando com uma Ave Maria, de Schubert, delicada e sensível, em contraste às imagens de treinamento e lavagem cerebral de crianças que se tornarão assassinas, como o próprio agente 47. Mais pra frente, ela se transforma em uma trilha de videogame, com repetições e efeitos de impacto que povoam as várias cenas de ação.

E algo que torna o filme factível é que não existem super habilidades ou super poderes para o personagem de Oliphant, mas parece com alguém que foi treinado ao extremo por muito tempo e que faz as coisas objetivamente, não com movimentos de malabaristas ou firulas de Cirque du Soleil.

As cenas de luta são bem coreografadas, mas não são absurdas como as que utilizam as técnicas de cabos e outros efeitos especiais; porém, acabam muito mais rápidas do que normalmente acontece em filmes semelhantes. Mesmo assim, quebram o galho como bom exemplo de como colocar quatro assassinos para se digladiarem.

A câmera acelerada e os flashes agilizam ainda mais o filme e o clima de perseguição contra o tempo, entregando cenas obrigatórias em filmes de ação, com a intercalação de tomadas lentas e rápidas, com freqüência cada vez maior.
A duração da produção é na medida certa, com pouco mais de 1 hora e meia. Não cansa e não deixa entediado, e não deixa com gosto de quero mais.

Muitos poderão rever outros conhecidos na tela, como Robert Knepper, o T-Bag de Prison Break, que interpreta um investigador do governo Russo que se opõe a Dougray Scott, o ator que seria o Wolverine nas telonas e que, para nossa felicidade, se machucou em MI:2 e deu lugar a um tal de HUgh Jackman.
Como não poderia faltar, uma belíssima russa (na verdade, ucraniana) interpreta a Agent 47 girl (se James Bond pode, por quê ele também não pode?), Olga Kurylenko. Aliás, coincidência à parte, ela também estrelará o próximo filme de Daniel Craig como o agente 007, Quantum of Solace.
Mais um conhecido do grande público é Henry Ian Cusick, mais conhecido como o "brother" Desmond, da série sucesso Lost, de J.J. Abraham.

E o fato da trama se passar na Rússia, em ótimas locações como Saint Pitsburg e Moscou, cria um clima de curiosidade e fascínio, uma vez que uma das metades da Guerra Fria não é tão conhecida dos brazucas. Além disso, qualquer produção que tenha locações em Istanbul, na Turquia, também merece destaque.

Nota: 6.5/10

Felipe Edlinger
14 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

[Jokes] Cérebro de Homens

No cérebro de um homem estava um neurônio sozinho.
Um dia, um outro neurônio passa por lá meio apressado...
O neurônio solitário diz:
- Olá! Tudo bem? Como vai? Prazer em vê-lo! Vamos conversar?
O neurônio que passeava pelo cérebro estranha a hospitalidade e responde:
- Olá, companheiro! Posso saber o motivo de tanta felicidade ao me ver?
- Quer saber? Você é o primeiro neurônio que vejo passar por aqui depois de décadas... Estou sozinho há tanto tempo nesse maldito cérebro...
- Mas espera aí... há quanto tempo você está aqui solitário?
- Bem... Desde sempre... Sempre estive aqui...
- Cara, mas você é burro ou o quê? Meu, desce pro pinto... Tá todo mundo lá!!!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

[Felipe's MFQ] Finding Graceland

Ashley:
"Everybody needs guidance. What difference does it make if you get it from Jesus, Buddha or Elvis?"

1998. Bridget Fonda in Finding Graceland

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

[Cron] Mais um ano se vai... e porque não, Feliz Natal e Próspero Ano Novo!!!!

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por Felipe Edlinger
31 de dezembro de 2007
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Outra estação se foi e estou vendo, uma vez mais, os longos e ensolarados dias de verão chegarem. Logo, as águas os levarão de volta e o ciclo se reiniciará novamente.

Nem sempre pensamos nos efeitos que um simples final de ano tem sobre nós e sobre nossas vidas. Nem sempre pensamos em como as pessoas que nos cercam planejam começar a nova fase, em que promessas fizeram, em que desejos apostarão suas fichas, em qual futuro se fará realidade nos próximos dias.

Hoje é um dia para reflexões, para o balanço anual de pensamentos que guiará nosso amanhã. Ou pelo menos, deveria. Ultimamente, passamos por situações tão contrastantes que me pergunto o valor de tudo o que nos ocorreu neste último ano. Somente sei que nos vale de aprendizado.

Foram momentos alegres, e alguns tristes e assustadores, que chegaram com a velocidade de um choque. E alguns deles, permanecem gravados como imagens recentes em nosso córtex. Para o bem ou para o mal. Creio que para o bem. A vida é feita de experiências e o que elas nos trazem de melhor são os ensinamentos raros, muitas vezes imensuráveis. Se algo foi bom, faça novamente; caso contrário, pense diferente, e melhor.

Não gosto de pensar e discutir sobre o que é certo e o que é errado porque isso depende do repertório e das crenças de cada um de nós. Porém, o balanço que fazemos ao final de cada dia é o que nos diz o nosso caráter. Sintam-se bem consigo mesmos.

Gosto de pensar que a vida é um equilíbrio entre forças, portanto não teremos a vida perfeita porque isso faz parte de uma ilusão e, cá entre nós, não teria a menor graça se conseguíssemos tudo sem esforços. E também se alegrem porque o marasmo nunca será eterno. Sem hipocrisia alguma, dias melhores virão. De uma maneira ou de outra, é um grande motivo para sorrirmos sempre.

Natal e o novo ano são, para mim, momentos de tristezas e alegrias. A dubiedade é facilmente explicável; quando um ciclo se fecha, uma parte de nós morre para sempre, mas ao novo início, a renovação trás forças suficientes para um recomeço ainda melhor. Mas as lembranças permanecem e elas também nos fazem continuar, nos fazem olhar para o futuro, nos fazem encarar novos desafios.

Cada momento de tristeza é suplantado por outros de imensa alegria; cada amigo que se vai entrega as chaves para mais outros tantos que ainda não conhecemos; cada decepção é apenas um motivo para nos surpreendermos cada vez mais; cada coração que se parte encontra a cura em mais uma nova paixão.

Tudo isso faz parte de algo que sempre desejo a todos: felicidade. Em minha singela opinião, felicidade é o resumo de tudo que podemos desejar em nossa existência; de grandes amores a dinheiro no bolso, de viagens de férias a bolinhos de chuva, de sucesso na carreira a cheirinho de bebê novo, de animais de estimação a um bom livro, de filmes clássicos a um abraço honesto de amigo. Sucesso. Sucesso na vida. É isso!

Além disso tudo, felicidade é tentar ser melhor, com sinceridade. Cultivar os poucos e bons amigos e fazer de tudo para que eles não deixem de ser importantes para nós. Pensar melhor antes de tecer comentários sobre pessoas com as quais nos importamos. Encarar as conseqüências de nossos atos como pessoas responsáveis. Deixar transparecer quando gostamos de alguém. Cumprir nossas promessas ou, ao menos, tentar verdadeiramente torná-las realidade. Aprender com nossos erros, avaliar nossos deslizes e tentar não voltar a fazê-los. Eu tentarei, mais uma vez.

Façam planos, alguns mirabolantes, outros mais realistas. No final, são eles que moldarão o desejo pela vida e a chama acesa em cada um de nós. Não deixem o stress e o desespero tomar conta do cotidiano, é sempre bom parar um pouco e avaliar a quantas anda nossa saúde. Dediquem tempo às paixões, sejam elas por pessoas, por hobbies, pelo trabalho, ou até mesmo pelos times do coração; apenas me garantam que elas não se tornarão obsessões.

Se a vida parecer a mesma por muito tempo, saiam um pouco da mesmice e da rotina. Pratiquem ações diferentes, sempre que possível. O segredo da vida é não se deixar levar e não permitir que o tédio e o ócio tomem conta de nosso tempo. Comecem devagar, passeiem no parque da cidade, visitem amigos que há tempos não viam, visitem novas cidades, saiam de casa, vocês irão gostar. Não procurem dar valor somente às coisas grandes, mesmo tendo planos mirabolantes, mas preocupem-se também com os detalhes. Acredito que são eles que nos trarão mais sorrisos e boas lembranças. Eternas lembranças.

Sorria. Abrace. Cumprimente. Deseje um Feliz Natal e um Próspero Ano Novo. É isso que faço agora, a todos vocês. Todos meus bons amigos e famílias. Meus amigos da família e minha família de amigos.

E, antes de qualquer coisa, agradeço. Agradeço pelas grandes aventuras, pelas piadas, pelas noites de descontração. Pelos sonhos, pela compreensão, pelas discussões acaloradas, etílicas ou não. Pelos amores, pelo convívio, pelos sacrifícios e pelas realizações. Agradeço pela amizade, pelo carinho, pelo estar ao lado. Agradeço pela vida, acima de tudo.

Um feliz Natal e um (mais do que) Próspero Ano Novo!!!!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

[MovRev] Atirador

(Shooter)

Directed by Antoine Fuqua

Mark Wahlberg sempre foi eficiente em todos os filmes e produções em que participou, desde Diário de Adolescente, excelente filme em conjunto com Leonardo di Caprio, até o Oscarizado Os Infiltrados, nova parceria com di Caprio, desta vez com a companhia de Matt Damon e Jack Nicholson.

Filmes de conspiração, quando bem construídos, com roteiro adequado e intérpretes à altura, são sempre bons, ainda mais quando comandados por um diretor de pegada firme. Esse é exatamente o caso, somando-se a Mark Wahlberg, um roteiro de bom gosto, sem muitas firulas ou erros, uma trama excitante, ação que não para em nenhum momento e um diretor de força internacional.

Antonie Fuqua já tem muita experiência e consegue fazer filmes bons ou, ao menos, bem produzidos, com diversos astros de Hollywood, como Dia de Treinamento, Lágrimas do Sol e Rei Arthur. Além desses, irá dirigir Escobar, filme sobre a vida do traficante colombiano Pablo Escobar.

Wahlberg é Robert Lee Swagger, atirador de elite do exército norte-americano que, após uma operação mal sucedida na Etiópia, passa a viver isolado do mundo. Três anos após o incidente, ele é convocado pelo serviço secreto para tentar impedir uma tentativa de assassinato do presidente do país, nas próximas duas semanas. No dia do discurso do presidente, algo sai errado e ele é tomado como responsável pela emboscada ao líder máximo dos Estados Unidos. A partir daí, ele luta, ao lado de dois impensáveis aliados, para provar sua inocência e desmascarar os verdadeiros culpados. E a resposta parece voltar a toda para a Etiópia de três anos antes.

Michael Peña continua o bom trabalho como visto em Torres Gêmeas e a parte feminina do elenco não faz feio frente medalhões do cinema, como Danny Glover. Rhona Mitra é eficiente e o filme ainda cona com minha candidata a beleza de hoje e de futuras produções, Kate Mara.

Atirador é o meio ponto perfeito entre tramas extremamente mirabolantes e outras muito banais. É a medida para que tudo seja facilmente digerível no final e para que reste nos telespectadores uma sensação de que assistiram um bom filme de ação. Nada de mensagens para se pensar ou enredos intrincados que deixam os resultados finais pousarem em dubiedade e, sim, um cinema comercial e um passatempo divertido.

Nota: 6/10

Felipe Edlinger
26 de dezembro de 2007

terça-feira, 25 de dezembro de 2007

[MovRev] Louco Por Elas

(A Guy Thing)

Directed by Chris Koch

Não existem muitas possibilidades de não se gostar do trabalho de Jason Lee. Afinal de contas, são poucos atores que conseguem entregar comédia ácida, sarcástica e irônica como ele. Bons exemplos são Barrados no Baile, Procura-se Amy, Dogma e, mais recentemente a série Meu Nome é Earl.

Porém, infelizmente, este não é um dos trabalhos que ele deve se orgulhar. Um, porque a trama é bem simples e, com certeza, não é marcante (muito menos passível de virar filme cult, o que já aconteceu com outros filmes que o ator estrelou); dois, porque nenhum diálogo, nem situações podem dizer que o filme seja digno de sua presença; e três, porque já existem inúmeros filmes nas prateleiras com enredos parecidíssimos.

Jason Lee é Paul Morse, jovem adulto com vida mansa e futuro seguro, que está para se casar com Karen Cooper, interpretada pela sempre lindinha Selma Blair. Porém, acaba se envolvendo com Becky Jackson, prima da noiva, e depois tem que fazer de tudo para que o ocorrido não estrague o casamento. No meio do caminho, ele começa a ter dúvidas sobre o que está para realizar e passa a ter outros pensamentos a respeito.

Quando começamos a assistir ao filme, temos a estranha (e comum) sensação de que já vimos algo parecido com esta produção. Tudo o que Jason Lee tenta fazer dá errado, o que é uma razão para, na verdade, ter um acesso de raiva, e não de risos. Hmmmm, já vimos isso em Entrando Numa Fria e Entrando Numa Fria Maior Ainda.

Jason Lee tenta segurar a onda da produção, mas não há muito que poderia ser feito para melhorar a história. Quando ele começa a se divertir com Julia Stiles e, realmente, sentir prazer e satisfação em sua companhia, porém com o compromisso do casamento nas costas, podemos citar algumas outras produções como Enquanto Você Dormia, com Sandra Bullock.

É uma pena que Julia Stiles (10 Coisas que Eu Odeio em Você, Identidade Bourne) e Selma Blair (Segundas Intenções, Tudo pra Ficar com Ele) tenham papéis tão insossos, é um disperdício de talentos.

O final é extremamente previsível e não traz nada de novidades para o gênero, mas ainda assim, pode ser um programa para uma Sessão da Tarde, contanto que não tenha sido visto anteriormente.

Pelo menos, algumas músicas da trilha sonora valem a pena, como Mr. E's Beautiful Blues, do The Eels, Lust for Life, de David Bowie, You Gotta Feel It, do Spoon, entre outros.

Nota: 4/10

Felipe Edlinger
25 de dezembro de 2007

[MovRev] Temos Vagas

(Vacancy)

Directed by Nimród Antal

Vamos lá... para quem conhece cinema atual, duas perguntas fáceis de serem respondidas: 1) Quais são os personagens normalmente interpretados por Kate Beckinsale? e 2) Qual o gênero cinematográfico favorito de Luke Wilson? Acertou quem respondeu Heroína de Ação e Comédia, respectivamente.

Kate Beckinsale se consagrou como heroína em filmes como Van Helsing - O Caçador de Monstros, Anjos da Noite e Anjos da Noite - Evolução, enquanto Luke Wilson fez trabalhos celebrados por todos em Os Excêntricos Tenenbaums, Dias Incríveis, O Âncora, Minha Super Ex-Namorada, Idiocracia, entre outros.

Uma coisa que eu não havia visto normalmente era Kate fazendo papel de coitada em filmes de suspense (ou em quaisquer outros filmes) e Wilson atuando em filmes do mesmo estilo. Felizmente, esta experiência de Temos Vagas impressiona como os dois conseguem carregar a trama muito bem e passar doses de realismo e desespero pelas situações vividas pelo casal.

Amy Fox (Beckinsale) e David Fox (Wilson) formam um casal em processo de divórcio após a morte do filho Charlie. Ao saírem de uma rodovia interestadual, o carro deles quebra em uma estrada deserta e se vêm obrigados a passar a noite em um motel de quinta categoria, no meio do nada. Ao ligar a TV do quarto e ver algumas fitas de terror que ali se encontravam, David percebe que as cenas de assassinato contidas nas fitas foram filmadas no quarto em que se encontravam. Logo, se vêm cercados por psicóticos que fazem filmes "snuff" com as pessoas que se hospedam no lugar. Depois, tudo se resume na tentativa deles em sobreviver aquela noite.

O filme traz bons sustos, com cenas nervosas, que mantêm o espectador atento, sem tentar ser surpreendente como a maioria dos filmes atuais, onde é sempre necessário um final com reviravoltas. É o bom e velho filme de suspense psicológico, apesar de não ser um filme do gênero, com final condizente ao desenrolar da história.

A trilha sonora colabora para o clima nervoso, que às vezes chega a ser claustrofóbico. Apesar de não ser um filme que será lembrado, pode garantir um bom programa em uma noite chuvosa, mais pela atmosfera que se cria do que pelo tempo em si.

O diretor Nimród Antal, americano de nascença, vive na Hungria desde os 18 anos, e lá fez seus três primeiros filmes, atingindo sucesso com Kontroll.

Ainda que eu prefira Kate Beckinsale distribuindo socos e pontapés e Luke Wilson fazendo rir em comédias pastelão, recomendo essa nova empreitada dos dois. Caso decidam mudar de gênero, já é um bom começo.

Nota: 6/10

Felipe Edlinger
25 de dezembro de 2007

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